April 25, 2011
Angels in America
April 21, 2011
The emptiness is so vast that there is nothing I can do to stop it. All around me seems to spread like a virus. And yet I remember.
What have I forgotten? Who can’t I remember? What is the face that is missing in my memory and that now seems so important as life itself? That unknown face burning on my mind as the stars collapse and, right there, in the end of Everything is with me? I know you. I always did. But, who are you? Who are you? Who are you?
All this time I’ve been searching and yet I feel you. It is you who has always been here, close, watching, not interfering. Watching every tumble I take and patting my head every time I cry. And yet I cannot see you. Cannot remember you. I can only feel the lightness of your touch when I breath, when I see the most beautiful things of the Universe, those things that only I can see. Only We can see. But I cannot se you. What am I missing? Is it you that I am missing?
The room is empty and yet I feel all the air being drained. My sanity with it. Where to? What is happening? I can no longer feel what was. I can only feel everything: what was, what could be, what will be; the vastness of nothing and everything. The whole fabric of space and time and matter. My brain is racing. I am racing. Towards nothing and everything. No one racing with me. There has never been. I run too slow and too fast at the same time. And yet I’m stopped. Stopped in time and thought. Suspended from existing. Suspended from knowing the real you. Who? No one and yet Everything!! How can this be? What is it? Is it real? Where does it end? When will I start dreaming or wake up? When will I fly? Is this it? What can I do? What should I do? When? Where? When am I? Who am I? will I not die? Will you die with me? Please! Do not let me travel alone. Not anymore! Do not breath or see or touch! Just touch me again and breath wind into me. Let me breath, let me see, let me fly and watch over me. BURN ME! Burn yourself against my MIND! INTO ME! Let me see all of you! Let me be all of you! For all eternity! Let my name be burned into the stars! Let then weep for the loss of someone Important! Let them cry! Cry as hard as they can! Cry until the rivers boil and the trees rot and burst into flames and become ashes and dust and nothing! BURN as I do Every single moment of my existence! Burn of sadness and emptiness and moments of happiness! Burn for running away! For running from a Soul as old as the Dust and time itself! From running from yourself! From YOUR Reality: you do not want to be happy. You do not want to be who you are! You just want to keep the same you ever were! Not letting yourself go! Not giving yourself to me but taking me from myself with no protest! Shame on you! Shame on you all who do not know they are burning! And that they’ll always be burning! Burning all of you inside my mind. Inside me! Leaving nothing but ashes and the void. No water to cry, no food to eat, no eyes to see. Just fire under the cold dead skin. Under the cold and dead mind!
Where the cold and the boiling combine into one. And the Tower falls. The point where Reality collapses and there is nothing. STOP looking at me! Stop seeing me!! Stop knowing me! Forget me. Forget what we were! And know that I will never!! My curse is to carry the thoughts and moment and Time itself with me to the end of Time. To the time where none, none of you remembers me, if you ever did.
My curse. MY CURSE! My curse is that I will never be remembered. My curse is that, at the end of Time I will never have been. A Paradox so real that the consequence is obvious. There is no time. There is only one eternal moment. One moment that never was. A person that never was. One million moments of emptiness and nothingness. An explosion of emptiness as big as a thousands Supernovas combined. A never ending moment.
April 20, 2011
How do you mourn someone that did not die?...
You hold on tight to your heart so as to not to let it fall apart into a thousand pieces. You think of a good memory with that someone and try to absorb the old feeling of happiness that now seems so light as breeze in an evening sky. For a moment that may last forever your breathing stops because the pain of every breath is as if your chest is filled with iron spikes of words and the emptiness. And, for a moment something may be born. Something as simple as a silver drop of water born out of pain and emptiness: out of you. The old image is now burned into the flesh of your mind and it will be there every single time you close your eyes or go to sleep. It will be your ghost, your past and your present. Because from now on you will have to face that the person you once knew is no longer with you.
To all of those who have felt the loss.
April 17, 2011
Aos Anéis de Saturno (Navegando de mãos dadas.)
e, do fundo do mundo ouvimos
os ruídos trazidos das crateras mais profundas
de onde rugem as flamejantes labaredas azuis
em que a força da água se perde em vapor.
Pela via, por de baixo do Gigante Branco
seguem os teus castanhos de avelã
mirando-me com placas de ouro em todo tú
e cujos sorriso curioso esboçado em pergunta
me faz sentir que a verdade é não mais
que uma palavra tola largada ao vento;
ribombando com a força de mil trovões
em pano de seda amarrado na dura madeira de carvalhos.
Oceâno cortado à proa
com a força de centenas de soldados brancos
marchando casa a casa de objecto de mármore.
A brisa sossega enquanto miro por lentes
que em deante se vistará a Tormenta de Apollo
ajudado à ira de Zeus e largando sobre(,)
os Céus quando Atlas vacilar no seu pedestal.
Mão segura à tua, lanço-me em frente.
É bom ver-te sentir o vento quando a liberdade
te não mais chega se não em brisa.
É bom ser eu a dar-ta à boca e tu a mim
num beijo tão simples e vital como o líquido
de sangue e cor tão pura quanto tu e eu.
Quando em nébula não mais há: pára.
E quando os Anéis de Saturno sossegam magicamente
da su inércia milenar quando, por breves instantes
a tua visão cruza os meus olhos de oliva cintilante
por te ver; navegando de mãos dadas.
April 15, 2011
Agora.
April 02, 2011
O nosso pedaço de pano.
Vazio.
Perdi-te quando te sentia tocar-me
e, agora, pouco mais resta que o teu cheiro
tão familiar e tão distante num pedaço de pano
que se perde a cada segundo, a cada lembrança.
Se pelo menos visses o que sinto talvez percebesses
que nunca te quis magoar.
O porque de não te querer dizer que te amava.
Porque eu tenho que ter a certeza do que digo
e, a partir daquele momento senti-o com certeza.
Não passa uma noite que me não atinja o salgado
doce da amargura de quém perdeu;
Não há um mommento em que me não parta
do único pedaço físico de tua Alma que ainda me resta.
O único corpo de ti que dorme comigo
que me vai na bagagem onde quer que eu vá
para que, a qualquer altura eu te possa cheirar
e pensar que, pelo menos enquanto os meus olhos
se cerram por instantes estamos juntos.
Não mais me posso pegar a memórias
embora te receba e receberei sempre
minha magia, perfeição,
É hoje a ultima vez que te deixo o negro pano
partilhar dos meus sonhos.
Esperar-te-hei ainda, porque vamos ficar juntos no fim;
Despeço-me numa lágrima
esperando que as tuas palavras não sejam elas parte da minha Utopia.
Ninguém.
Porque cada pessoa que conhece deixas de conhecer.
Cada vida que tocas é uma vida onde nada
mais és que memória.
E do Real? No real todos partam com falsas promessas.
O meu dilema é, afinal, tão trivial e
ainda tão pouco percebido: memória. Lembranças,
que te forçam sem querer fazer mais.
Estou cansado de memórias falhadas,
dos momentos que foram apenas isso,
da forma tão leviana com que reciprocam ‘Amo-te’.
Mais uma vez, desilusão.
Não com uma pessoa mas com uma espécie a que
se chama de Mundo.
Perdido em terras de Ninguém
sem guia para mim próprio;
Cavaleiro com cavalo de pau,
uma miragem, fantástica, Ninguém.
Ninguém. . . Para sempre. . .
March 29, 2011
Miro-te, janela Verde.
Do topo do mundo mirei
a janela cuja flama resplandecente
brilhava e plena luz das estrellas reflectidas em rio.
Como a protegi do vento eras tu
que, com temor da sua não existência e calor
desci levemente a madeira carbonizada,
cravando-a no peito; espada
de lamina romba e enfeitiçada
cujo verde de musgo molhado cobre
agora a alvenaria em tijolo, usada e gasta
pelo Homem e pelo tempo e pelo vento.
Vento. Que me leva em sopro
e me sustenta não mais pode conmigo.
Se por ter-te não te posso ter então
é quando mais te quero:
Voar num tapete em direcção à Lua
reflectida no espelho de àgua cravado
em disformes metais polidos e esculpidos
com o cuidado de quem faz uma peça única
A dança do Universo cessou no momento
em que os nossos passos se aproximaram
e te hamparei desajeitado…
Quando a magnifica colisão Celeste
largada de pedaços de rocha incandescente por entre
os anéis de cobre e gelo finalmente se extinguir
nada mais que os vulcões de gás e de lava
Oceanos ardentes de verdejantes mantos de flora
vales de àgua alimentada durante gerações
pelo ouro tão bem escondido e o rubro do sacrifício.
O tapete, saída única de mim em mim
torna-se um feitiço perdido e sem retorno
qual esfera transparente e intocável que reflecte cada côr
reproduzindo em si os cristais do arco-íris
e a tapeçaria da História perdida do Reino.
Uma viagem abordo da nave sem marcha-ré
e de onde o azul ‘neon’ do plasma mostram apenas um sentido:
Os anéis de gelo em Gigantes, os azuis de céus perdidos
mantos de lava por descobrir mas sempre em direcção
as Estrellas.
March 25, 2011
Vozes me dizem que é simplesmente um teste.
Mais um de tantos que tu e eu fazemos.
A dúvida cresce em mim. Porque me disseste
que não querias isto agora, que te prendo de seres quém
és porque queres ser comigo.
E, se, no entanto, a verdade é a primeira então falhei.
Testas-me em quê? Capacidade de fazer? Reacção?
Sofreguidão? Palavras mascaradas de real deixaram-te.
Mas pergunto-me se o núcleo envolvido por rosas de solidão
será do mesmo material…
Não posso crer que me tornarias por um teste menor
porque ambos acreditamos no fim.
Mas as vozes dizem-me para te fazer ver o fim em vez
da parede em frente. E tu dizes-me que não queres
que te convensa… Assim não sei que fazer…
A tua palavra é, para mim…
Não testes a minha crença na tua palavra.
Porque sou a Utopia que acredita que é possível tocar o Horizonte
Ingénuo e crente no que vejo.
E o que vejo é um fim de linha, término
não sei se de Nós ou apenas de Ti como te conheço.
Não luctes contra mim. Não me afastes.
Porque o que me mostraram até hoje foram promessas apenas
que preferiram deixar suspensas, vendo-me de longe,
sugando de mim o que precisavam e atirando depois fora
sem pensar em mim.
O aguadeiro recolhe as àguas do conhecimento,
absorve-o e deita-as de novo ao Mar, deixando
o líquido ficar o que pretende e ir o que se mostra com essa vontade.
Não mostres vontade porque eu deixo; sou Eu…
Eu sofro em silêncio mas tomo com braços abertos quem retorna:
um filho tem que aprender por si se tomou a certa.
Sou o Utópico errante e crente na verdade das palavras
e, agora, fico sem saber se te creditar ou sentar-me e fazer o teste.
Pick me, choose me, Love Me.
March 23, 2011
Páginas soltas.
A consequência da circunstância é privativa da Felicidade até que ponto? Somos o que fomos, o que fizeram de nós e o que nos tornamos mas, nunca deixamos de ponderar, a certa altura, o que aconteceria se a circunstancia fosse diferente. Se não fosse de determinada maneira, o que aconteceria se a circunstancia fosse diferente, ou de determinada maneira ou se cronologicamente, noutro ponto da nossa (e da outra) vida...
"Por vários momentos fixamos o olhar como que a encurtar o espaço físico... a barreira pesada do querer ter, possuir e poder viver! Frustrantes e prazerosos instantes que nos tornavam "simultâneo", para depois acordar para o mundo acordado e embaciado. Perder-me no Verde saciando o meu simples Castanho... Do nada, surpreendido por ti, por mim e pelo que nunca tinha sido dito!"
Mais uma vez, forçosamente, o retorno. Alguém é sinonimo de independência de posse. Traduzindo, se nem a matéria inanimada chega a ser verdadeiramente nossa, como é possivel querer ter alguém, se alguém traduz-se em algo que não pode ser encaixado em simultâneo com um determinante de posse? Ou seja... Duas questões:
Até que ponto temos realmente posse de alguma coisa? E como podemos querer algo como nosso, se esse algo não pode ser assimilado como ser de alguém (porque ninguém pode ser de alguém) e tendo em conta o paradoxo circunstancial que, esse alguém (que não pode ser de ninguém), já pertence a alguém e a alguma coisa?
"Queria ser mais mágico para contrariar o real e o metafisico... controlar para poder escolher simplesmente, ser escolhido... porque afinal, tudo se resume a escolhas e eu sinto que unicamente, eu nunca sou opção viável numa das minhas matrizes de eleição!"
H. Bastos
March 22, 2011
'A distância continua a ser a maior barreira do Homem, por mais maneiras que tenhas de falar e vêr. A falta do toque, do cheiro, da vida... Saberes que no outro lado do país está o teu encaixe perfeito e não poderes deixar tudo para fugirem para um Mundo só vosso. A pior dôr de todas é a Perda.'
March 22, 2011
005.09 am
March 16, 2011
Escarpa por voo teu (No Good Deed Goes Unpunished)
E, sem me aperceber
deixei que eu tomasse conta de mim
sem que a verdade que sou em normal
transparecesse.
Apaixone-me numa noite no topo do mundo
com uma rosa e um momento apenas nosso,
Vejo agora o quão levaste já de mim
porque é como se cada palavra que te deixou
esses lábios que a paixão tocou
largasse em si algo seco e duro
que arrancou de novo o que demorei tanto por plantar.
Cada lágrima que me congela as feições
é um grito de dor incessante de carne lacerada
com lâminas sem intenção.
E cada inspiração é como respirar ácido
que mata e seca cada interstício
sugando a Alma da realidade e empurrando-a
cada vez mais ao precipício que ganhou hábito
de chamar Lar. Escarpa gritantemente serena
nos seus nus traços moldados pelos ventos do Passado
que se revela agora transparente.
Num gesto eterno para te salvar matei-me;
ao que te desviou o olhar para mim fiz questão de banalizar
trazer-te não pela inteligência mas pelo habito.
Não é vulgar ter que ser inteligente.
Não é já comum ter que lidar fora do vulgar
largando os fantoches que fingem ter vida
e tornando ao meu mundo (o Real) que te mostrei de relance
ainda que em sombras.
Porque nem eu mais sei qual é, se é que ainda existe.
Fizeram questão de o erradicar de mim.
Não sou Eu o Homem que procuras e apenas tenho pena de te ter feito perder o teu tempo em acreditar eu próprio que o era.
March 16, 2011
02.46am
February 28, 2011
Thoughts to lead nowhere.
You remind me of something like beauty
inner peace that breaths
and a dream he had with her.
He thought this me by of goodnight
was already not realizing
He was a book half written.
Remembrals of non existing days
as if small fairy tales.
He wished they could be his
life and that she was read.
But yesterday was not reality?
and the dream soon became just
another memory of a non existing
person, a non existing place and
a non existing feeling.
Thoughts to lead nowhere.
08.32pm
February 24, 2011

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