Valerá a pena continuar cavalgando os prados verdes,
por entre as lendárias àrvores dos contos que em creança me enchiam a mente e que agora, se desvanecem em fumo branco; illusão que nunca foi.
Quando as patas do Garanhão do Equador tocarem a leve
areia de prata, não mais restará a realidade com que fiz castelos e hestórias.
Perdida uma vida em que sonhos governavam a realidade.
Idiota a ideia de querer ser mais que um simples algo indefinido;
verdade escondida por dentro do que se sente.
Culpa de não pensar mas apenas sentir a hipothetica realidade das coisas.
Brincar com o que poderia sem perceber quém realmente paga
quém sustenta o sonho do Brincar.
Não hexiste qualquer sapato e o meu cavallo há muito
que branco deixou de ser.
E quando finalmente até o que me propelle desaparece em fumo, caio.
De fronte pelos espinhos e searas antes cavalgadas,
agora solta-se o pó do terreno por arar, ressequido pela tórrida da tarde.
Não hexiste brisa, ou mar, ou céu. Apenas o plano desértico
que me rasga em sangue todo o corpo e me afunda
qual areia movediça.
Não resta mais que um castello de areia depois de uma salgada leva de mar o engolir.
Terra à terra, cinza às cinzas, pó ao pó.
Maxwell R. Black
July 09, 2010
12.42am
July 09, 2010
Subscribe to:
Post Comments (Atom)

Windows Live Space
Simtropolis
Project Gutemberg
Biblioteca Digital Mundial

Algum pessimismo exagerado, ou será apenas um momento menos bom?
ReplyDeleteNeste momento não te sei responder. Mais um adeus a algo suponho. Ao quê? Não tenho noção. Nem sei se realmente quero saber...
ReplyDelete