e vento reinante que bafeja a mente
loucura do pensamento que prende
a verdade que não deve à restrição.
Teimosamente sonhando
pela mão quente do encosto à confiança
que, em verdade não sei se existe.
Mas é a vontade que consome,
que é então balançada pela espada
do vento não tão honesto quando o artifício
sem razão.
Entrelaçados os dedos, sufocando
de apertado ardor da paixão
mas sem saber para onde ir, de facto, em mãos;
em luta do tolo que se esquece
de que há mais além da pedra-mor.
Se corre em beleza da cor
e a sensibilidade ao botão com espinhos…
É o tempo que escorre sem que saiba como
e torna tudo tão sem nexo;
Caos que só ao mais forte Vento ordena.
Maxwell R. Black
Feb 15, 2013
03.03am

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