July 26, 2010
July 22, 2010
Briza agora pesada ao sabor do Inverno. (A Cada Sua Sentensa)
July 20, 2010
July 15, 2010
July 10, 2010
I could. Why should I?
'Do I attract you?
Do I repulse you with my queasy smile?
Am I too dirty?
Am I too flirty?
Do I like what you like?
I could be wholesome
I could be loathsome
I guess Im a little bit shy
Why don't you like me?
Why don't you like me without making me try?
I try to be like Grace Kelly
But all her looks were too sad
So I try a little Freddie
I've gone identity mad!
I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Why don't you walk out the door!
How can I help it
How can I help it
How can I help what you think?
Hello my baby
Hello my baby
Putting my life on the brink
Why don't yo like me
Why don't you like me
Why don't you like yourself?
Should I bend over?
Should I look older just to be put on the shelf?
I try to be like Grace Kelly
But all her looks were too sad
So I try a little Freddie
I've gone identity mad!
I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Walk out the door!
Say what you want to satisfy yourself
But you only want what everybody else says you should want
I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Why don't you walk out the door!'
Mika, Grace Kelly
July 09, 2010
Verde prado em fumo branco.
por entre as lendárias àrvores dos contos que em creança me enchiam a mente e que agora, se desvanecem em fumo branco; illusão que nunca foi.
Quando as patas do Garanhão do Equador tocarem a leve
areia de prata, não mais restará a realidade com que fiz castelos e hestórias.
Perdida uma vida em que sonhos governavam a realidade.
Idiota a ideia de querer ser mais que um simples algo indefinido;
verdade escondida por dentro do que se sente.
Culpa de não pensar mas apenas sentir a hipothetica realidade das coisas.
Brincar com o que poderia sem perceber quém realmente paga
quém sustenta o sonho do Brincar.
Não hexiste qualquer sapato e o meu cavallo há muito
que branco deixou de ser.
E quando finalmente até o que me propelle desaparece em fumo, caio.
De fronte pelos espinhos e searas antes cavalgadas,
agora solta-se o pó do terreno por arar, ressequido pela tórrida da tarde.
Não hexiste brisa, ou mar, ou céu. Apenas o plano desértico
que me rasga em sangue todo o corpo e me afunda
qual areia movediça.
Não resta mais que um castello de areia depois de uma salgada leva de mar o engolir.
Terra à terra, cinza às cinzas, pó ao pó.
Maxwell R. Black
July 09, 2010
12.42am
July 05, 2010
Six Feet Under
It just makes me think...
Last scene from Six Feet Under
(Spoiler allert, believe me, you dont wanna see it, if you haven't seen the show)
June 28, 2010
What choice do you have when there is no choice at sight?
and all of Reality ceases from exist.
But, is reality that important when you don’t really know it?
What choice do you have when there is no choice at sight?
Who really feels you and who is nothing but cloud of lies
shared upon the earth and seeding what is nothing more
then emptiness?
emptiness from lies… emptiness from truth also…
then is there a way not to feel it?
Maybe the difference is that when you truly make an effort not to leave a mark
then is just personal, for no one can remember you.
Your presence like a fleeting shadow.
A though to be forgotten in the library of memories.
Hoping from planet to planet but never staying, never asking anything in return
but a lifetime of adventure and devotion knowing it will come to an end, eventually.
And yet it becomes repetitive for someone who watches from the outside,
like a pattern that is not meant to be broken or disturbed;
just cosmic radiation in the background of existence
An acceptance of a life that cannot be changed
and that Time is lord to Life: No memory too felt,
no scar too deep not to be erased.
I do not feel time and yet I feel as old as time…
Maxwell R. Black
June 28, 2010
01.28pm
June 11, 2010
The unusual post.
Amanha? Frequencia de Materiais II.
Aque horas? Às 9.30.
Hora de acordar? Daqui a exactamente duas horas.
Estudei? Claro que estudei, então não? Estudei das 5 da tarde ate ainda agora como se jogava A-Train 8 (um jogo que simula comboios bastante popular no japão). Estudei antes disso Pushing Daisies (Sim, estou oficialmente viciado no Pie Maker xD ). Só não estudei a ler O Padrinho porque parecia mal estar a ler outra coisa que não os apontamentos.
Exercicios de betão? Então não? E testes da compacidade do cimento e resistencia à tracção/compressão? Claro! Sei isso tudo! Ou então não.
Na segunda foi faltar à frequencia de Resistencia (e ainda bem. Não saiu nada do que estávamos a espera e o trabalho n valia de nada). Na quarta foi faltar à de geologia (um gajo dorme duas horas para depois ficar 3 horas prezo na Azambuja (a 3 estações de casa) até decidir que já não valia a pena) (Já agora, o fiscal de linha que morreu a tentar salvar os dois velhos (presumivelmente surdos e cegos. O comboio não aparece numa linha recta propriamente se durpresa) é um heroi. Merecia ser reconhecido). Hoje é isto. De 3 frequencias esta semana vou a uma? Loucura! E com esta brincadeira fiquei sem tempo para estudar para os Exames realmente importantes dos quais está dependente o meu regresso à civilização. Yuppy, happiness -.-'
E pronto, agora vou mas é ver uns e-mails que me mandaram com a materia e imprimir umas fixas porque já não há tempo para rantings (mas antes ainda vou ver o que há de novo na blogosfera).
Curse me!!

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