July 26, 2010

A little piece of me :)

July 22, 2010


Pois... é assim: cobarde.

Briza agora pesada ao sabor do Inverno. (A Cada Sua Sentensa)

Talvez seja culpa minha. Deixar que se apaixonem por mim e depois desiludir. Talvez seja eu que peça de mais sem poder dar de volta. Não sei... Simplesmente se afastam com mais ou menos palavra; com um sorriso no rosto e a mente despreocupada do lixo que deixam para tras. Nenhum diferente do outro. Sugando a alma enquanto precisam envenenam a mente para depois virar costas. Sem olhar para tras não abres mão do que roubaste de dentro de mim: as minhas cem mil vontades ao mundo. Atiras ao vento as verdades que te segredei no silencio da vida comigo. Talvez... Talvez tenha sido eu que te dei o que não merecias, sempre. Eterno errante tanto quanto viajante. Como me dizes para lutar pelo que quero para depois me dizeres para parar por ti? Idiota que não me ouves as palavras que te grito em cada olhar! Como podes dizer-me para reacreditar aos quatro pilares para depois mos negares? Cegueira que te verga a mente de me ler; comprehender! Porque me não sinto cheio de algo que não ar. Briza agora pesada ao sabor do Inverno. Condeno-te por me usares como a ti propria, por nao me amares como prometeste.

July 20, 2010

Porque esté é um local de palavras livres...

Porque esté é um local de palavras livres...

Everyone just moves on.

July 15, 2010

Foi só a pior merda de que tenho memória!! Fuck fuck fuck!!! Nem em 2h e meia quanto mais em 2!! Será que esta gente não pensar um bocadinho ou gosta só de lixar o pessoal, nomeadamente a minha pessoa?? fuck fuck fuck!!!!! It's over ;(

July 10, 2010

I could. Why should I?



'Do I attract you?
Do I repulse you with my queasy smile?
Am I too dirty?
Am I too flirty?
Do I like what you like?

I could be wholesome
I could be loathsome
I guess Im a little bit shy
Why don't you like me?
Why don't you like me without making me try?

I try to be like Grace Kelly
But all her looks were too sad
So I try a little Freddie
I've gone identity mad!

I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green

Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Why don't you walk out the door!

How can I help it
How can I help it
How can I help what you think?
Hello my baby
Hello my baby
Putting my life on the brink
Why don't yo like me
Why don't you like me
Why don't you like yourself?
Should I bend over?
Should I look older just to be put on the shelf?


I try to be like Grace Kelly
But all her looks were too sad
So I try a little Freddie
I've gone identity mad!

I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green

Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Walk out the door!

Say what you want to satisfy yourself
But you only want what everybody else says you should want


I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Why don't you walk out the door!'



Mika, Grace Kelly

July 09, 2010

'If I should die this very momment
I wouldn't fear
For I've never known completeness
Like being here.

Wrapped in the wormth of you
Loving every breath of You...

Why live life from dream to dream
and dread the day
when dreaming Ends.'

Satine

Verde prado em fumo branco.

Valerá a pena continuar cavalgando os prados verdes,
por entre as lendárias àrvores dos contos que em creança me enchiam a mente e que agora, se desvanecem em fumo branco; illusão que nunca foi.
Quando as patas do Garanhão do Equador tocarem a leve
areia de prata, não mais restará a realidade com que fiz castelos e hestórias.

Perdida uma vida em que sonhos governavam a realidade.
Idiota a ideia de querer ser mais que um simples algo indefinido;
verdade escondida por dentro do que se sente.
Culpa de não pensar mas apenas sentir a hipothetica realidade das coisas.

Brincar com o que poderia sem perceber quém realmente paga
quém sustenta o sonho do Brincar.

Não hexiste qualquer sapato e o meu cavallo há muito
que branco deixou de ser.
E quando finalmente até o que me propelle desaparece em fumo, caio.
De fronte pelos espinhos e searas antes cavalgadas,
agora solta-se o pó do terreno por arar, ressequido pela tórrida da tarde.
Não hexiste brisa, ou mar, ou céu. Apenas o plano desértico
que me rasga em sangue todo o corpo e me afunda
qual areia movediça.

Não resta mais que um castello de areia depois de uma salgada leva de mar o engolir.

Terra à terra, cinza às cinzas, pó ao pó.

Maxwell R. Black
July 09, 2010
12.42am

Quantas vezes mudaste os teus sonhos simplesmente porque a realidade não os permitia?

July 05, 2010

Six Feet Under

It just makes me think...

Last scene from Six Feet Under

(Spoiler allert, believe me, you dont wanna see it, if you haven't seen the show)

June 28, 2010

What choice do you have when there is no choice at sight?

This is it. When the walls of the Universe collapse
and all of Reality ceases from exist.
But, is reality that important when you don’t really know it?
What choice do you have when there is no choice at sight?

Who really feels you and who is nothing but cloud of lies
shared upon the earth and seeding what is nothing more
then emptiness?
emptiness from lies… emptiness from truth also…
then is there a way not to feel it?
Maybe the difference is that when you truly make an effort not to leave a mark
then is just personal, for no one can remember you.

Your presence like a fleeting shadow.
A though to be forgotten in the library of memories.
Hoping from planet to planet but never staying, never asking anything in return
but a lifetime of adventure and devotion knowing it will come to an end, eventually.

And yet it becomes repetitive for someone who watches from the outside,
like a pattern that is not meant to be broken or disturbed;
just cosmic radiation in the background of existence

An acceptance of a life that cannot be changed
and that Time is lord to Life: No memory too felt,
no scar too deep not to be erased.

I do not feel time and yet I feel as old as time…



Maxwell R. Black
June 28, 2010
01.28pm

June 11, 2010

The unusual post.

Amanha? Frequencia de Materiais II.

Aque horas? Às 9.30.

Hora de acordar? Daqui a exactamente duas horas.

Estudei? Claro que estudei, então não? Estudei das 5 da tarde ate ainda agora como se jogava A-Train 8 (um jogo que simula comboios bastante popular no japão). Estudei antes disso Pushing Daisies (Sim, estou oficialmente viciado no Pie Maker xD ). Só não estudei a ler O Padrinho porque parecia mal estar a ler outra coisa que não os apontamentos.

Exercicios de betão? Então não? E testes da compacidade do cimento e resistencia à tracção/compressão? Claro! Sei isso tudo! Ou então não.

Na segunda foi faltar à frequencia de Resistencia (e ainda bem. Não saiu nada do que estávamos a espera e o trabalho n valia de nada). Na quarta foi faltar à de geologia (um gajo dorme duas horas para depois ficar 3 horas prezo na Azambuja (a 3 estações de casa) até decidir que já não valia a pena) (Já agora, o fiscal de linha que morreu a tentar salvar os dois velhos (presumivelmente surdos e cegos. O comboio não aparece numa linha recta propriamente se durpresa) é um heroi. Merecia ser reconhecido). Hoje é isto. De 3 frequencias esta semana vou a uma? Loucura! E com esta brincadeira fiquei sem tempo para estudar para os Exames realmente importantes dos quais está dependente o meu regresso à civilização. Yuppy, happiness -.-'

E pronto, agora vou mas é ver uns e-mails que me mandaram com a materia e imprimir umas fixas porque já não há tempo para rantings (mas antes ainda vou ver o que há de novo na blogosfera).

Curse me!!