June 25, 2009

Não metas pensamentos na minha mente.

É nestas alturas k eu digu as verdades mais certas e as mais profundas razoes. é nesta altura que o inconsciente mental a konsciente exterior torna, komu àgua que jorra de uma fonte de abertura estreita mas, ainda assim permeavel. É, agora mais do que em qualquer, que o pensamento do artístico e filosófico mais afloram e onde as palavras apenas se perdem como extenção do pensamento.
Enfim, um pequeno aflorar de creatividade. Uma pequena briza de palavras que, como chuva, atiradas para a terra são, servindo de alimento à vida do pensamento. Apenas uma tentativa de criar pelo que não há, de ser o que não era. Uma mudansa de abertura para com quem uma mão nos dá: uma tentativa de aceitação pela verdade que existe no pensamento que próprio clama mas que é, afinal, tão comum como cada outro. Apenas uma linha, e, ainda assim tanto a que se dizer. Apenas um monte de verde imaginação e potêncial onde à luz do encanto geram dois corpos. Apenas como duas taças do puro pensamento que observam o que lindo é mas que, ao fim de contas, real não é. Um contraste do reflexo da alma com o branco de um céu impossível. Apenas um rasgo fugaz e finito de Imaginação.

Para alguém que ainda 'Hoje' conheci mas com quém me lembro de um passado  que nunca existiu. =)

Maxwell Black

25 Jun 2009

02:49am

June 19, 2009

Devaneios da Meia-Noite


Is it never my turn?

Nunca será a minha vez de escolher o que quero,

quando quero

Porque nada do que do passado se alimenta uma vontade retorna

àquilo que nunca foi, ao que nunca será.

Nunca serei apenas eu, quando uno era o pensamento

e o sentimento do que possivelmente seria a melhor coisa que passou.

Mas, à altura, a esperansa do que valeria seria combustível

ao fogo que tornava carvão nada mais que a própria e o sentimento.

Tal como uma natural planta, cresceu, viveu e depois evaporou-se,

como se nunca tivesse existido, sem que alguém alguma vez se lembrasse que havia sido.

é esta a verdade de que foges quando ela chega.

Quando o vapor do não toque que existe se achega,

dando não sinal a quém se levará para não lembrado ser mais.

Porque a amedronta do esquecimento presente está em todo o Vivo.

Doce àgua que desce por tal leito fresco e límpido

e que suavemente choca com o minério uma vez coberto por outro.

Tal como o pensamento de não existência depois de ser esoa

porque não retém o sal da àgua que em mim gera.

Nada mais no pensamento ilógico que, ao tempo de decorrer se prende;

ao falso sentimento tão real que surpreende o próprio da sua existência

e tenta irradical-o de uma personalidade que não o permite.

Nada mais que a ultima oportunidade seguida da frustração e desiluzão

a que me habituhei já.

Um Adeus do próprio que dura eternamente como a calma noite sem Luar na mente incógnita.

Ao olhar para ela, do interior,

observo as florestas perdidas de àrvores e histórias e construções.

e penso no passado a que, vivendo elas viram passar,

às tristes realidades que do passado fizeram dela casa e que no Futuro pereceram à sua fútil tentativa de vida.

Panso no quanto da massa é verdadeiramente significativo no Todo

e renego à parte onde me botaram sem opção de mais.

Mais uma vez adeus digo ao passado presente do qual o pensamento não esquece

e tenta esquecer.

Ao que seria na mente mas nunca no 'real'.

June 10, 2009

My travel of golden and blue dust.

Here I still am
A wonderer with no destiny
A Soul with so many years on its mind
That to no time belongs anymore.

The lone traveler looks at his own as another
Delivering happiness to so many
And leaving death and destruction
On his trail.

He lives the solo life with the ever changing passenger
That falls in love with the wonders he shows.
Yet those wonders do not last
For he himself does not allow for earth to be born.

Once more he navigates
Through the sea of the tomorrow and before
Between the fire of the French lands.

I am the last. I am my own.
Watching is. Absorbing what is and was, what will be still.

I read no more of the stories that I am of.
Yet I yearn for my completion
For the feeling of nonexistence of the untouchable.
I travel with no more then my mind
For it is my soul, my forever Clock,
That ticks for no purpose any longer.
Just a shadow in the corner of your eye,
Just a shape behind the mirror,
Just a shiver in a white of snow winter night,
Just a key for a no longer blue door.
The final key, never to be seen, heard or touched.
A cursed key.
My travel of golden and blue dust.
Just me.
Maxwell Black

02:08am

10 Jun 2009

June 07, 2009

entre les murs



  É de facto espantoso o quão aparentado da realidade pode ser um filme. No meio de tanta ilusão e imaginação é, de facto raro algo tão sentido e real. Pássa-se em Paris mas esse facto é apenas relembrado pela língua dos discursos porque a trama, essa poder-se-ia passar em qualquer escola da minha realidade.

  Não é um filme ‘comercial’, não tem banda sonora nem os actores deslumbrantemente falsos do cinema americano e, ainda assim, surpreendeu-me tanto que ainda mal consigo acreditar nele.

  É incrível a capacidade de relactar a selvajaria que se encontra na massa da educação. Mas este filme não retracta apenas o tradicional ‘os professores são os bons e os alunos os maus’ como geralmente acontece quando descrito por alguém abstracto ao assunto. De facto, uma das situações que retive na memória foi a banalidade e frieza com que, depois da informação de que uma mãe de um aluno iria ser deportada para a China, uma professora anuncia com leviana insensatez que estava grávida: e sala enche-se de felicitações e copos de champagne.
Aqui transborda a hipocrisia que nojo me dá de quem governa que, em 12 ‘conselhos disciplinares’ expulsou 12 alunos. Esta reunião que teoricamente serviria para se pensar como se poderia ajudar um aluno a ser bem sucedido reveste-se de uma ridícula burocracia e fantuchada que chega ao cumulo de os professores escreverem em papel branco se o aluno deve ou não ser expulso (porque essa foi a única coisa que se votou naquela ‘cerimónia’) e de os votos serem colocados numa urna de acrílico transparente com fechadura e tudo. Enojou-me fazer parte deste sistema que compara em palavra de personagem usar um telemóvel na aula e expulsar um aluno de uma escola que corre o risco de ser deportado para Àfrica.

  Logo no início, a hipocrisia emanada pelo director é salientada pela proposta de um sistema de penalização dos alunos ‘semelhante à carta de condução’ em que se retira pontos aos mal-comportados. A utopia e abstracção da ideia só é superada quando, passados cinco minutos de discussão sobre o tema alguém diz ‘bem, vamos passar a um assunto mais importante que é a subida do preço do café da máquina de 40 cêntimos para 50 cêntimos.’

  É aqui também representada a realidade que é ser-se estudante no agora, onde os aprendizes da sociedade decadente têm que balansar uma vida social, interactiva e incessante com o retrógrado ‘programa de ensino’ da escola. Quando os alunos, em línguas têm que conjugar verbos e respondem, como TODOS os professores de línguas ouvem TODOS os anos: ‘mas já ninguém fala assim, porque temos de saber isso?’ Onde os alunos, apesar de terem regras sociais diferentes da norma ostracizam-se e, simultaneamente se defendem como um grupo que tenta lutar contra correntes retrógradas que os limitam. Estudantes que se unem contra algo não produtivo, não eficiente, não organizado. Até o próprio edifício denota a falta de pensamento social para o que É a educação.

  Uma escola moderna, com boa apresentação, perfeita para um postal e complectamente desadequada ao propósito. Um pátio minúsculo, com solo em cimento e um muro altíssimo, que quando olhei e vi, apenas me lembrou uma prisão. Salas de aulas minúsculas onde mal espaço há para 25 (ou, como numa escola secundária normal em Portugal, 35) alunos se moverem. Mas não, nas salas desta escola não havia um computador da Era da pedra que não funciona decentemente com um sistema de anti-virus/SPAM ineficaz em cada sala. Nem cada aluno tinha um computador portátil. Mas isso não impediu a minha parte preferida do filme: quando os alunos e o professor deixaram de falar do programa e passaram a falar da vida, do que é que cada um considera pessoal e de discussões filosóficas e constructivas. Onde cada um naquela sala se expressou e onde, por momentos, toda a gente estava interessada no mesmo.

  É, de facto espantosa a maneira como cada aluno e cada professor perde o rosto da personagem para poder ser aquele colega de Matemática na sala de professores ou a aluna que quer ser polícia ao nosso lado.
Porque os alunos apenas reagem àquilo que a sociedade os restringe. Os alunos são um producto da hipocrisia e burocracia de um sistema que foi apenas pensado no abstracto mas que alguém se esqueceu de dizer ‘agora vamos aplicar esta ideia bonita e cor-de-rosa à realidade’. E, se algum professor luta para defender um aluno - os alunos - é criticado pela massa que o rodeia e reprimido pelas estúpidas regras que o prejudicam.

  A Turma levanta a mão e diz: chega de gente que não sabe o que faz. Chega de meter políticas onde políticas não se devem meter. CHEGA DE SUJAR BOAS MENTES COM A VOSSA SUJA HIPOCRISIA.

CHEGA!

Maxwell Black

07 June 2009

10:15pm


June 04, 2009

Fuck'em!

I hate it when you smile with those green eyes of yours

that shine; that show that there's something magical behind you fake

self-absorbance  and arrogance.

When you stupid beautiful smile pretends to be of someone

who does not what to be liked.

But I don't believe in love. I believe in fuck.

Love is what They make up so that they can get laid.

Love is for the weak minded.

Love is for those who believe that Hollywood fary-tales are possible.

Love is for those who like to suffer.

I believe a good fuck clears all that's bad in your mind.

It lets me get you out of my mind and pretend you never were

like so many before that come and go with no consequence.

Once more the pattern stands. Once more the result is the same.

What am I to you? Just a good fuck? Nah, I'm the one who uses you

not the other way round.

Because NONE of you deserve me and you'd be lucky just to have me.

So my motto was and still stands: FUCK'EM!!

Reflexõess das quatro

04 Jun 2009

04.01am

May 24, 2009

Apenas um pedaço de História...

Apesar de sair dos temas sobre os quais reflicto frequentemente, enviaram-me um e-mail com estes vídeos que não quiz deixar de partilhar. São uns tantos mas são parte da nossa história e de que muito poucos sabem:

As Galerias Romanas da Rua da Prata



A Se de Lisboa



O Aqueduto das Aguas Livres



Bairro Estrela D'Ouro


O Teatro Romano



Reservatorio da Patriarcal



O Convento de Corpus Christi



O Nucleo Arqueologico da Rua dos Correeiros



O Padrao do Chao Salgado



A Muralha Fernandina



Os Moinhos de Vento



May 21, 2009

A pergunta que te faço.

While I sit here, in a dark so dark that not even the brightest of feelings can reach

I think. I wait.

Are or were you ever proud of me? Proud for anything I've done, for anything I've said.

Je ne pense pas.

Porque quando olho para os tenros anos que de todo constituem o que foi e é o meu viver

reparo que a nada lhes respeito dá.

Não tive acções de nobre nem pobre. Apenas desejei

O desejo de ser sem se ser e de ser grande antes de crescer. Sonhei com o futuro que nunca conhecerei;

com a vida que não vivi nem viverei pois que no passado ou no meu não-Futuro reside.

E se tento chegar lá, então falha-me o pé quando voar tento nas profundas àguas do nada Futuro.

Quando crio, apenas crio em mim e não no sério.

Apenas toco a melodia da vida sem que, contudo ela em mim toque.

Observo. Quém me rodeia e não pois não entendem qual da minha motivação e trabalho.

E, se contudo tento fazer crescer, então dizem-me que não o querem, conscientes ou não.

Pedem-me no entanto que cresça para algo menor, para o estado d'onde a vida não é vivida.

Pedem-me que me mude do pensamento para o não-pensamento do mecânico.

Por isso, pergunto-me se te sentirás com horgulho do que te imposto foi sem possível escolha.

Se te sentes por eu ser o não ser que sou. E se me vês como ninguém vê ou se sentes a força que em mim escaceia.

Pergunto-me se o hamaña será algo de novo, ou se trará de novo o que é velho.

Pergunto-me, ao acordar, se será hoje que parto do mundano a que me agarro como a uma bóia que nada de real almeja

para me lansar no mar do fresco perfeito, sentindo as frescas tanto por de dentro como por de fora hondas.

Cada vez que me sento ou não e penso no que poderá, vejo a realidade que eiste no colectivo e a incompatibilidade da minha.

Se a cada nota do piano soa como se de uma banal melodia insignificantes na toda sinfonia que passa por mais um ouvido desatento

se tratasse, sinto que de nada sentirás o que sonho. Se nem eu sei o que realmente sonho.

O doce do algodão a que apenas tenho o sonho real trás-me à memória a descoberta.

Se talvez o sonho tenha havido na minha infância ou apenas fixionado com isso numa posterior idade.

Não sei. Apenas sei que fora desta época, pensaria numa mais romântica; mais própria.

Contudo, temo que, ao chegar à dita, nada será como se pensa no agora e apenas me deslocado sentiria como no tal.

Por isso navego apenas no presente que passado torna e acumula. Sobrevivo apenas para respirar com cada briza de liberdade

que por vezes me fatiga o rosto e as vestes, como uma anónima lembrensa do não acontecido que poderá ser.

Apenas a leve sensação da perfeita harmonia para vontade de continuar dar a quem a sente; para continuar a sentir

o insensível e ver o que não é visível.

Gostaria de pensar que apenas heu o fasso. Contudo, nem no particular me destaco. Então, depois da dissecação real do imaginário,

que sobra?

Responde a dura realidade da pedra cinza que descansa no alto do repouso verde que homenageia os ja partidos:

nada.

A mais um que da massa faz parte. A mais um da base de que os canibais se alimentam a inpossibilidade e frustração toca.

Nada sente; Nada houve. Nada que do real se trate que não a ficticia realidade do himaginário.

Por isso respondo eu à minha rectórica pergunta: Não. Já que nem eu sinto o que te pergunto de mim ou de qualquer.

Maxwell Black

03.00 am

21 May 2009

May 17, 2009

Come, Lets fly!!

(to be read while listening to 'The Sirius Deception' by David Hooper on the right of my blog. Hopefuly you can imagine the same as I did.)

Why did you leave to be on my own?

You told me you wanted to be my friend,
Yet you’re gone.
And still after all this time I think of you
Because you WERE important to me.
I just wish you’d admit I was the same for you.
I miss you. And I strive every day not to
I try to move on as you once did
I put a happy façade, nice and warm smile
As a hot day of spring.
But flowers do not bloom for me no more.
For it seems I am to weak for life.
Yet too strong for death.
FUCK I am tired of this!!
I want to fly. I will fly.
Let me spread my wings on yours and hold you
Tight to my body.
We shall lift through canyons and rivers.
We shall fly to the top of the highest mountains
Discover the icicles on the tallest peek,
The water from those hidden creeks.
Come Wendy, lets fly!!
Over the hills, and the greenest fields.
See, down there, the whitest of clouds,
The most intertwining of shapes.
And feel. Feel the wind on our wings!!
Feel the sound of the roaring rains that spread life
Under us as Nature grows and evolves.
Close your eyes and feel!
Feel your darkest lightest and strongest feelings.
Let it all go when the wind rushes past you!
Look at your reflection down in the river.
Look how fast you’re flying!! We’re flying!
Together we ARE. Together we LIVE.
Come, Lets fly!!

May 11, 2009

I dreamed a dream



Still young is the night of nothing

Still the thought lives as a shadow behind what is.

As the sky it clears and not.

I want it to be gone and yet it is still.

I don't want you. Yet you still are.

And everywhere I look, I hear of running.

I will run. As furder as I can. You can reach me if you'd want to.

I'm not here.

May 10, 2009

Truth of lies

what are you doing?

to me, to us.

No love is not enought for nothing.

In  yourself you know I am empty

yet you stand by me. Why?

If nothing you look for lies in me.

If no truth is here and the same shallow puddle

of pretendness and lies.

Maxwell Black

10 May 2009

03.00 am

May 01, 2009

Until then--

Get the hell out of here!

No more I want you here, close to me.

While my defected self  lives lightly over life

the floor rocks, life dies around me.

Because wherever I go, nothing but pain and destruction

Because whatever I touch The Touch Of Gold prevails,

killing everything in its eccense, replacing it with an empty and shinny shell.

Don't touch me for I am cursed.

***

No friend like you, no one like you,

because no one can stand the drama and light-headednessof the self.

No need to do it no more.

Better of alone I am then with anyone else.

Let me be just a light breeze through life that touches no one

and moves no lieves.

The breeze that simply floats on the world and looks at it withough changind it,

withough leaving the slytest mark.

Leave me to myself and no one else. For both of us.

I need to be toghether with my self.

Only I can stand me, and I can handle it (as always).

I became tougher the last few weeks. Karma/Destiny/Life taught me

that you can only trust yourself  if  you want to live.

Trust yourself. I'll trust myself.

Let me go back to my dark corner in my dark closet now with the fake colours of discovery.

Don't trust me, trust no one and leave.

Whyle there is still dignity. Because, as someone told me, thats the only thing that there is left.

It is only my last thing to go, dignity.

And it goes as easily as all the rest. So i'll cut myself off the world of the living

and fill the void with study and useless culture.

Here and now I say GoodBye to you and ask you not to suffer no more.

Let the wound heal nicely until all that's left is a small scar of memory in the back of your mind.

And then when that's done, don't come back to re-open it.

Maybe it'll work out the next time around :)

Au Revoir.

April 25, 2009

My Soul and Dark Room

Here I come again
to
my dark room, alone in my order.
Because that's all I have ever known.

Here in my mind, life does not run pass you.
Here, time is still and you do not get older
nor younger.

This is my thinking place,
My temple, my Self.

And it's here that I sit alone
feeling cold, alone.
Wandering weather the world out there would miss me.
Wondering weather someone would want to know My Room.

Because alone is as good as bad
And because a soul seeks for truth,
for companionship.

I do not hide. I wait.
From the beginning of time I've searched the world
and never found.
Still my Soul is strong in will to survive,
to search for its missing pieces.

What guides me is a will to be part of the new
and yet be so attached to the past.
The dichotomy of the soul is
and will be the reason for humanitarian and rational.

But here, in my dark corner of mind
it rests. It rests and things of going out again
searching.
But the pain for the misleading is overwhelming
And it makes me sad for the insignificance
I am to myself, to the other.
It's its only way to try and survive: to ache.

Pathetic attempt to stay straight
while you're already on your knees.

Maxwell Black
25 April 2009
09.13pm



April 14, 2009

Desgustingness of my existance

Once more the pain of the unberable past

aches on my chest.

But now the past is present and the pain is just more pain.

Pathetic existence that I so hard try to justify and pitty.

The desgustingness of the existense I try to fake

just to realise that the empty shell is still and empty shell.

Like a pathetic newborn that cryes, revolving in his own piss and shit and puke.

The revolution of failure and repulsion for the reflexion that is still what was,

while you rejoice in the indifferense of my pain.

And the more I think the more the repulse grows for self-pitty is desgusting on its own.

The cold and emptyness that once stood is once more enviting to its company

just for the fear of being alone.

I rather be back on my own, alone with myself. I don't want you here anymore.

Please, leave me to me and go and make your pain someone elses.

Indeed my fault for you told me not to fall in love. I do regret where it brought me.

Nothing more I can do now but to live once more with my mistakes for being a never learner.

I hate you for making me love you.

Maxwell R. Black

14 April 2009

02.43am